Lembrar os refugiados

Crianças no campo de refugiados sírio de Quru Gusik, perto de Arbil, Iraque. / Foto: Flo Smith/ZUMA Press

Crianças no campo de refugiados sírio de Quru Gusik, perto de Arbil, Iraque. / Foto: Flo Smith/ZUMA Press

A mais de 4700 quilómetros de São Tomé e Príncipe, também se trabalha para o desenvolvimento.

No âmbito do Seminário Media, Migrações e Desenvolvimento, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra em parceria com a Associação Coolpolitics, debruçar-me-ei acerca da questão dos refugiados e deslocados que, diariamente, fogem de suas casas e, em particular, na crise síria. Está lançando o repto para a compreensão do conflito sírio, pelos que o veem e estudam de fora e pelos que fogem dele e encontram no nosso país uma oportunidade única para recomeçar.

Os governos e a União Europeia estão a apertar o cerco, é cada vez mais difícil obter o estatuto de refugiado, é cada vez mais difícil recomeçar depois de se ter perdido tudo. Os campos de refugiados aumentam e as condições de vida diminuem. No entanto, a responsabilidade por estes seres humanos é delegada de instituição em instituição, de gabinete em gabinete, e quase tudo fica por fazer.

Ao longo do tempo poderão acompanhar também aqui o meu trabalho em torno da temática dos refugiados.

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